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quinta-feira, 13 de maio de 2010

Ó ISRAEL, QUEM É COMO TU ?

Amanhã, 14 de maio, judeus do mundo inteiro comemoram 62 anos de fundação do Estado de Israel. Há 62 anos, a assembléia geral das Nações Unidas, presidida pelo brasileiro Osvaldo Aranha após uma votação muito trabalhaosa, aprovou por maioria a criação de um país para o povo judeu, que até então estava sem pátria, espalhado pelo mundo inteiro, e quase extinto na Europa, após a 2ª Guerra Mundial, quando cerca de 6 milhões deles morreram nas mãos dos nazistas de Adolf Hitler.

A história nos mostra que o povo de Israel esteve fora de sua terra por quase 1900 anos. Então, eles nunca deveriam ter esperanças de reconquistar sua terra, pois nenhum povo que já esteve fora de sua terra por vários séculos conseguiu recuperar. Mas contra todas as chances, Israel renasceu em um dia, em 14 de maio de 1948. Desde então, lutou em diversas guerras para assegurar sua sobrevivência, contra probabilidades incríveis. O renascimento de Israel em 1948 foi verdadeiramente um milagre histórico sem precedentes de Deus. A contagem regressiva do fim dos tempos começou quando Israel foi restabelecido em sua terra. Portanto, quando Israel voltou a ser uma nação, o mundo entrou no tempo do fim !

Dessa forma, 14 de maio de 1948 foi o dia mais importante do século 20, quando se cumpriu a promessa divina: “Aquele que espalhou Israel o congregará”. O renascimento de Israel como nação foi um grande sinal profético, que aponta inclusive para a volta de Cristo, pois o próprio Jesus disse: “Olhem para a figueira, quando os seus ramos estão verdes e dá seus frutos, vocês sabem que está perto o verão”. A figueira é Israel, que por muitos séculos esteve seca e sem vida, mas naquele dia tornou-se novamente verdejante, apontando para o verão, tempo do sol, tempo do calor, tempo do Sol da Justiça que é Cristo.

Hoje em dia, Israel está muito sozinho pelo mundo afora. Mas se as pessoas realmente compreendessem que Deus protege de forma muito especial a nação de Israel, não perseguiriam nem matariam os judeus.

A Bíblia Sagrada registra uma solene promessa de Deus sobre o povo de Israel: Abençoarei os que abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem. As pessoas e os países que abençoaram Israel foram recompensados por Deus, mas aqueles que prejudicaram ou amaldiçoaram Israel, o juízo de Deus caiu sobre eles.

O Irã começa a se mostrar uma nova Alemanha, e seu presidente começa a tomar o jeito de um novo Hitler. Ele almeja destruir o povo judeu através de armas nucleares, e já declarou isso em público por várias vezes. Deus fala aos cristãos de hoje como falou à rainha Ester no passado: “se te calares nesse tempo, virá socorro e livramento de outra parte para os judeus, mas tu e tua família perecereis”.

Hoje em dia, muitas pessoas no meio evangélico, ou por ignorância ou por má-fé, tentam colocar o povo judeu como inimigo, como um povo excluído. Muitos interpretam Rm 9-11 de maneira errada, dizendo que a Igreja Cristã se tornou um Israel espitural e substituiu o povo judeu como povo escolhido de Deus, como um “Israel espiritual”. E ainda, que o Antigo Testamento foi substituído pelo Novo Testamento. É a teologia da substituição. Mas essa idéia cai por terra quando lemos Rm. 9.4,5 onde o apóstolo São Paulo escreve: “que são israelitas, dos quais é a adoção de filhos, e a glória, e as alianças, e a lei, e o culto, e as promessas, dos quais são os pais, e do qual é Cristo segundo a carne”. Essas condições não valem para a igreja, pois não temos pais (patriarcas) como o povo judeu (Abraão, Isaque e Jacó); não temos a lei (os 10 mandamentos, a lei de Moisés), e não temos Cristo segundo a carne, afinal Jesus não foi brasileiro, e sim judeu.


Está na hora dos verdadeiros cristãos estenderem a mão para nossos irmãos judeus, como nos ordena a Bíblia Sagrada: “Porque se os gentios foram participantes dos seus bens espirituais (dos judeus), devem também ministrar-lhes (aos judeus) os bens materiais”. Através do povo judeu, recebemos a Palavra de Deus, recebemos os patriarcas Abraão, Isaque e Jacó, recebemos os profetas, recebemos a crença em um único Deus.

A Bíblia diz claramente que um dia, todo Israel será salvo, Israel olhará para o Messias e o aceitará, e Israel será perdoado de todos os seus pecados.

Embora Israel tenha pecado grandemente repetidas vezes, Deus não o rejeitou como seu povo escolhido. Digo, pois: Porventura rejeitou Deus o seu povo? De modo nenhum; porque também eu sou israelita, da descendência de Abraão, da tribo de Benjamim. Deus não rejeitou o seu povo, que antes conheceu”. (Rm 11.1)

Hoje, o pequeno Israel já derrotou seus inimigos árabes em seis guerras e os supera política e economicamente. Se compararmos a população dos países árabes no Oriente Médio com a judaica, vemos que para cada judeu existem 52 árabes ! Mas Israel continua a derrotar todas as forças armadas árabes combinadas, tem inclusive armas nucleares, e será usado para trazer juízos divinos contra esses países.

Portanto, a aliança de Deus com o povo judeu é eterna e incondicional, ou seja, depende apenas da fidelidade de Deus, e não da fidelidade de Israel. Deus não quebra suas promessas. Deus não revoga seus pactos. Deus não descumpre suas alianças, nunca, porque Deus é fiel.

Onde estão os povos que perseguiram o povo judeu: Faraó e seu exército, os assírios, os babilônicos, os gregos e os romanos, os otomanos e os nazistas ? Todos se foram.

Mas onde está o povo judeu ? Está são e salvo, próspero e crescendo. O povo judeu sofreu perseguições e massacres, sofreu terrivelmente debaixo da mão de Faraó e de Hitler, mas está firme e forte no seu lugar. Muito tempo depois que os grupos terroristas como o Hamás e o Hezbola tiverem sido enterrados no cemitério da história humana, depois que o último tiro for disparado no Oriente Médio, a bandeira branca e azul de Israel estará tremulando por cima dos muros da cidade de Jerusalém.

O guarda de Israel não dormita nem dorme. Israel vive, porque Deus vive.