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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

A BIBLIA - FERRAMENTA PRINCIPAL

“Cremos na inspiração divina e plena da Bíblia, bem como na sua infalibilidade e inerrância, como única regra de fé normativa para a vida e o caráter cristão” (“Cremos”-Credo oficial da Assembléia de Deus, veiculado mensalmente no jornal “Mensageiro da Paz”, item nº 2)
“Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem do que se envergonhar, E QUE MANEJA BEM A PALAVRA DA VERDADE” (2ª Carta a Timóteo, cap.2, ver. 15)

1 – INTRODUÇÃO
Para os cristãos em geral, a Bíblia é de uma importância única. Não é um livro como os outros, pois enquanto aqueles falam de Deus, na Bíblia é Deus quem fala.
Como é grandiosa a Bíblia ! Bela, majestosa e santa é a sua doutrina ! grandiosa, desejável, inestimável é a sua moral ! Poderosíssima, inigualável, eficaz em seus efeitos. Que outro livro faz algo assim ? Nenhum, porque Deus opera através de sua Palavra, através do Espírito Santo, que convence o homem do pecado, da justiça e do juízo. Na própria Bíblia está escrito que a Palavra que sai da boca de Deus não voltará vazia para Ele.
Pelo fato de conter as origens do mundo, as alianças de Deus com os homens, a história de Israel e da Igreja, as profecias reveladoras do futuro, a Bíblia Sagrada pode ser resumida numa só frase: ela é a Palavra de Deus. Em toda a Bíblia, fala-se 2008 vezes que Deus é o seu Autor. Ela se apresenta como alimento, fogo, luz, leite, mel, ouro, espelho, martelo que esfarela a pedra, como espada e como semente.
Escrita a mão por muitos séculos, com a invenção da imprensa foi o primeiro livro a ser feito, a famosa Bíblia de Gutemberg, e hoje em dia existe em mais de 300 línguas diferentes, do português o japonês, e todos os anos são publicadas cerca de 11 milhões de Bíblias completas e 14 milhões só de Novos Testamentos.
Os séculos se passaram, e a Bíblia continua cada vez mais popular. Hoje, existem Bíblias de todas as cores, formas e jeitos. Por exemplo, temos a Green Bible (Bíblia Verde), ainda sem versão no português, em que mais de mil versículos ecológicos vem impressos na cor verde. Temos a Bíblia Iluminada, com desenho ultramoderno e fotos de celebridades como Nelson Mandela e Angelina Jolie. Sem contar as diversas Bíblias de estudo: Pentecostal, Sheed, Scofield, Aplicação Pessoal, do Estudante, do Jovem do Adolescente, Edição de Promessas, entre tantas outras.
Tudo isso nos deixa bem claro que a Bíblia não é um livro como os outros. Nunca um livro foi tão perseguido e tão celebrado ao mesmo tempo. Nunca um livro foi tão amado e tão odiado de uma vez só. Montanhas de Bíblias foram queimadas em praça pública, com cristãos junto, e monumentos à Bíblia foram erguidos em praça pública. Reis, imperadores, sábios, poderosos, já se levantaram contra a Bíblia: todos fracassaram miseravelmente. Muitos que falavam contra a Bíblia foram enterrados com uma em seus túmulos.
Mas afinal, que livro é este ? Qual a fonte desse poder tão avassalador, que não existe quem fique indiferente à sua mensagem ? E que será do cristão que não conhecer a Bíblia ?

2 – O QUE GRANDES HOMENS DISSERAM SOBRE A BÍBLIA
“O Evangelho não é meramente um livro, mas uma força viva, um livro que sobrepuja todos os outros”. (Napoleão Bonaparte, imperador francês).
“Manancial de consolo e conselho, refúgio para as horas de tormenta e tribulação, guia de exemplos e ensinamentos, mestre silencioso e sempre disponível, a Bíblia é o mais secreto confidente das penas e aflições, e ninguém sai de suas páginas sem receber apaziguadora resposta para as dúvidas, bálsamo e estímulo nas ocasiões de angústia e desespero” (Austregésilo de Ataíde, escritor brasileiro).
“A Bíblia é a voz do Todo-Poderoso. É muito diferente dos livros sagrados das outras religiões. Neles, o Homem fala de Deus, mas na Bíblia, é Deus falando ao Homem” (Willian Spicer, escritor).
“Já prego o Evangelho há 36 anos, em torno de 22 mil sermões, e posso dizer que a Bíblia é inesgotável. A Palavra é como seu autor: infinita, imensurável, eterna. Se for consagrado pastor para toda a eternidade, teria assunto suficiente para pregar” (Charles Spurgeon, grande pregador inglês).
“Progridam quanto quiser, desenvolva-se ao máximo a pesquisa e a ciência, nada tomará o lugar da Bíblia” (Goethe, poeta alemão).
“Ou este livro me afastará do pecado, ou o pecado me afastará deste livro” (Moody, famoso pregador inglês).

3 – O QUE É A BÍBLIA ?
A palavra “Bíblia” não aparece nas Sagradas Escrituras, mas veio do grego “biblion”, que significa “coleção de pequenos livros”.
Inicialmente, a Palavra de Deus foi transmitida verbalmente (tradição oral), de pai para filho, até o dia em que Deus ordenou aos homens que a registrassem na forma escrita (Êx. 17.14; Jr. 30.2).

4 – QUEM ESCREVEU A BÍBLIA ?
Cerca de 40 pessoas, das mais diversas profissões e ocupações:
1.Ageu - profeta
2.Aías - profeta
3.Amós – agricultor e peão de boadeiro
4.Asafe (parte dos Salmos)- levita
5.Baruque - secretário
6.Daniel – estadista e profeta
7.Davi (Salmos) – rei
8.Débora – profetisa e juíza
9.Esdras - escriba
10.Ester - rainha
11.Etã - levita
12.Ezequiel - sacerdote
13.Filhos de Coré - levitas
14.Gade - profeta
15.Habacuque - profeta
16.Isaías - profeta
17.João - pescador
18.Joel - profeta
19.Jonas – profeta
20.Josué - militar
21.Judas – apóstolo
22.Lucas - médico
23.Malaquias - profeta
24.Marcos
25.Mateus - pescador
26.Miquéias - profeta
27.Moisés - legislador
28.Natã (partes de Crônicas e Reis) - profeta
29.Naum - profeta
30.Neemias – copeiro e governador
31.Obadias - profeta
32.Oséias - profeta
33.Paulo – doutor da lei
34.Pedro – pescador
35.Rute
36.Salomão (Provérbios, Eclesiastes, Cantares) - rei
37.Samuel – profeta e juiz
38.Sofonias - profeta
39.Tiago – apóstolo
40.Zacarias – profeta

5 – QUANDO FOI ESCRITA A BÍBLIA ?
Num período de cerca de 1.600 (mil e seiscentos) anos, de 1500 a.C (antes de Cristo) a 100 d.C (depois de Cristo), totalizando 66 (sessenta e seis) livros.

6- DIVISÃO E CLASSIFICAÇÃO DA BÍBLIA
6.1 – ANTIGO TESTAMENTO
São 39 livros,divididos em:
Lei ou Pentateuco: do livro de Gênesis ao de Deuteronômio, essa parte é chamado pelos judeus de “Torá”. Além de contar a origem do mundo, fala do início da história do povo judeu, até sua saída do Egito.
História: do livro de Josué ao de Ester, conta desde o estabelecimento do povo judeu na terra de Canaã, até o retorno do cativeiro de Babilônia.
Poesia: de Jó a Cantares, contém revelação e adoração na forma lírica.
Profecia: de Isaías a Malaquias, é subdividida em duas partes, Profetas Maiores (Isaías, Jeremias, Lamentações e Ezequiel) e Profetas Maiores (de Oséias a Malaquias).

6.2 – NOVO TESTAMENTO
Biografia: Os Evangelhos de Mateus, Marcos Lucas e João contam sobre o nascimento, ministério, morte, ressurreição e ascensão de Jesus Cristo, o Messias prometido no Antigo Testamento.
História: Atos dos Apóstolos conta a história da Igreja Primitiva, até cerca do ano 60 da Era Cristã.
Doutrina: de Romanos a Judas, as Epístolas (ou Cartas) mostram de forma esclarecedora os mandamentos de Cristo à sua Igreja.
Profecia: no Apocalipse, Deus revela os últimos dias, com o final da História e o começo da Eternidade.

7 – A MENSAGEM DA BÍBLIA
A) Deus é o Criador de tudo, e Senhor de todos.
B) Apresenta com verdade e clareza a realidade do pecado.
C) Apresenta o plano de salvação para o Homem, através do nascimento do Messias (Jesus) e sua morte no Calvário.
D) Mostra como deve ser a vida terrena de santificação dos que se decidem a Cristo como Senhor e Salvador.
E) Esclarece sobre a vida futura na eternidade, dependendo das escolhas feitas nesta vida.
F) Revela a volta triunfal de Cristo a este mundo, e o alvorecer do Novo Estado Eterno, o Reino de Deus.

8- A SINGULARIDADE DA BÍBLIA
1.INSPIRAÇÃO: as mensagens registradas pelos escritores sagrados não foram produzidas por suas mentes e corações, mas “sopradas por Deus” (2ª Pe 1.21; 1ª Co 2.13). É como se Deus ditasse e eles escrevessem. A inspiração da Bíblia é:
plena - pois TODA a Bíblia é inspirada por Deus, e não só partes dela;
verbal – pois CADA PALAVRA é inspirada, Deus guiou os escritores na escolha de suas palavras, de acordo com a personalidade e contexto cultural de cada um.
1.INERRÂNCIA: as palavras usadas pelos escritores para expressar as verdades sagradas não sofreram erro nenhum.
2.INFALIBILIDADE: as profecias bíblicas, ao contrário das nebulosas “Centúrias” de Nostradamus, tem se cumprido fielmente, sem restar dúvida alguma. Alguns exemplos:
Cativeiro Babilônico (Deuteronômio 28, Jeremias 15 e 25, Oséias 3, Isaías 39);
Retorno do Cativeiro (Jeremias 29);
os 4 Grandes Impérios mundiais (Daniel 2 a 7);
Guerra entre Síria e Egito após a morte de Alexandre o Grande (Daniel 11);
o progresso científico nos últimos tempos (Dn. 12);
o retorno de Israel como nação (Ezequiel 37, Isaías 66.8).
1.UNIDADE: os 66 livros da Bíblia, escritos por 40 pessoas ao longo de 1.600 anos formam um todo uniforme e harmônico entre si, sem contradições ou discrepâncias.
2.UNIVERSALIDADE: as verdades bíblicas podem ser aplicadas em qualquer povo, em qualquer época, e em qualquer cultura.

9- OS LIVROS APÓCRIFOS
A palavra “apócrifo”, do grego apokrypha, significa escondido, nome usado pelos escritores eclesiásticos para determinar, 1) Assuntos secretos, ou misteriosos; 2) de origem ignorada, falsa ou espúria; 3) documentos não canônicos.
Os livros apócrifos do Antigo Testamento (A.T.): Estes não faziam parte do Cânon hebraico, mas todos eram mais ou menos aceitos pelos judeus de Alexandria que liam o grego, e pelos de outros lugares; foram primeiramente escritos em grego. São eles:
1.1º (ou 3º) Livro de Esdras: é simplesmente a forma grega de Ezra, e o livro narra o declínio e a queda do reino de Judá desde o reinado de Josias até à destruição de Jerusalém; o cativeiro de Babilônia, a volta dos exilado, e a parte que Esdras tomou na reorganização da política judaica. Em algumas partes, amplia a narração bíblica, mas estas adições são de autoridade duvidosa. Ignora-se o tempo em que foi escrito e quem foi o meu autor.
2.2º (ou 4º) Livro de Esdras: é um tratado religioso, que tem como objetivo registrar as sete revelações de Esdras em Babilônia, algumas das quais tomaram a forma de visões: a mulher que chorava, 9.38, até 10.56; a águia e o leão, 11.1 até 12.39; o homem que se ergueu do mar, 13.1-56. O autor destes capítulos é desconhecido.
3.Livro de Tobias: consta a vida de um judeu chamado Tobias de Neftali, homem piedoso, que tinha um filho de igual nome. O pai havia perdido a vista. O filho, tendo de ir a Rages na Média, para cobrar uma dívida, foi levado por um anjo a Ecbatana, onde fez um casamento romântico com uma viúva que, tendo-se casado sete ve­zes, ainda se conservava virgem. Os sete maridos haviam sido mortos por Asmodeu, o mau espírito nos dias de seu casamento. Tobias, porém, foi animado pelo anjo a tornar-se o oitavo marido da virgem-viúva, escapando à morte, com a queima de fígado de peixe, cuja fumaça afugentou o mau espírito. Voltando, curou a cegueira de seu pai esfregando-lhe os escurecidos olhos com o fel do peixe que já se tinha mostrado tão prodigioso. O livro de Tobias é manifestamente um conto moral e não uma história real. A data mais provável de sua publicação é 350 ou 250 a 200 A.C.
4.Judite: conta a história de uma viúva judia, de temperamento masculino, conquistou o coração de Holofernes, comandante do exército assírio, que sitiava a cidade de Betúlia. Aproveitando-se de sua intimidade na tenda de Holofernes, tomou da espada e cortou-lhe a cabeça enquanto ele dormia. A narrativa está cheia de incorreções, de anacronismos e de absurdos geográficos.
5.Ester: Acréscimos de capítulos que não se acham nem no original hebreu, nem no original caldaíco. Amplifica partes da narrativa da Escritura, sem fornecer nenhuma novidade importante, e em alguns lugares contradiz a história como se contém no texto hebreu.
6.Sabedoria de Salomão: Este livro é um tratado de Ética recomendando a sabedoria e a retidão, e condenando a Iniqüidade e a idolatria. As passagens salientam o pecado e a loucura da adoração das imagens, lembram as passagens que sobre o mesmo assunto se encontram nos Salmos e em Isaías. O autor em nome de Salomão; diz que foi escolhido por Deus para rei do seu povo, e foi por ele dirigido a construir um templo e um altar, sendo o templo feito conforme o modelo do tabernáculo.
7.Eclesiástico: também denominado “Sabedoria de Jesus, filho de Siraque”. É um valioso tratado de Ética. Há lugares que fazem lembrar os livros de Provérbios, Eclesiastes e porções do livro de Jó, das escrituras canônicas, e do livro apócrifo, Sabedoria de Salomão.
8.Baruque: Baruque era amigo do Jeremias. Os primeiros cinco capítulos do seu livro pertencem à sua autoria, enquanto que o sexto é intitulado “Epístola de Jeremias.” Trata da confissão dos pecado de Israel, orações pedindo perdão a Deus, exortação a Israel para voltar à fonte da Sabedoria, mensagens de ânimo e promessas de livramento, 4.5 até 5.9
9.Acréscimos à História de Daniel: “O cântico dos três jovens” - É desconhecido o seu autor e ignorada a data de sua composiçã; “a história de Suzana” - conta como o profeta Daniel descobriu uma falsa acusação contra Suzana, mulher piedosa. Ignora-se a data em que foi escrita e o nome de seu autor; “Bel e o dragão”- o profeta mostra como os sacerdotes do deus Bel e suas famílias comiam as ofertas feitas ao ídolo, e mata o dragão. Por este motivo, o profeta é lançado pela segunda vez na caverna dos leões. Ignora-se a data em que foi escrita e o nome do autor.
10.Oração de Manassés, rei de Judá quando esteve cativo em Babilônia. Compare, 2º Cr 33.12,13. Autor desconhecido. Data provável, 100 anos A. C.
11.Primeiro Livro dos Macabeus: E um tratado histórico de grande valor, em que se relatam 05 acontecimentos políticos e os atos de heroísmo da família levítica dos Macabeus durante a guerra da lndependência judaica, dois séculos A.C. O autor é desconhecido, mas evidentemente é judeu da Palestina. Há duas opiniões quanto à data em que foi escrito; uma dá 120 a 106 A.C., outra, com  melhores fundamentos, entre 105 e 64 A.C. Foi traduzido do hebraico para o grego.
12.Segundo Livro dos Macabeus: É inquestionavelmente um epítome da grande obra de Jasom de Cirene; trata principalmente da história Judaica desde o reinado de Seleuco IV, até à morte de Nicanor, 175 e 161 A.C. É obra menos importante que o primeiro livro. O assunto é tratado com bastante fantasia em prejuízo de seu crédito, todavia, contém grande soma de verdade. O livro foi escrito depois do ano 125 A.C. e antes a tomada de Jerusalém, no ano 70 A.D.
13.Terceiro Livro dos Macabeus: Refere-se a acontecimentos anteriores à guerra da independência. O ponto central do livro e pretensão de Ptolomeu Filopater IV, que em 217 A.C. tentou penetrar nos Santo dos Santos, e a subseqüente perseguição contra os judeus de Alexandria. Foi escrito pouco antes, ou pouco depois da era cristã, data de 39, ou 40 A.D.
14.Quarto Livro dos Macabeus: É um tratado de moral advogando o império da vontade sobre as paixões e ilustrando a doutrina com exemplos tirados da história dos macabeus. Foi escrito depois do 2º Macabeus e antes da destruição de Jerusalém.
15.Livros Pseudo-epígrafos: apresentam-se como escritos pelos santos do Antigo Testamento. Eles são amplamente apocalípticos; e representam esperanças e expectativas que não produziram boa influência no primitivo Cristianismo. Entre eles podem mencionar-se:
16.Livro de Enoque (etiópico), que é citado em Judas 14. Atribuem-se várias datas, pelos últi­mos dois séculos antes da era cristã.
17.Os Segredos de Enoque (eslavo), livro escrito por um judeu helenista, ortodoxo, na primeira metade do primeiro século d.C.
18.O Livro dos Jubileus (dos israelitas), ou o Pequeno Gênesis, tratando de particularidades do Gênesis duma forma imaginária e legendária, escrito por um fariseu entre os anos de 135 e 105 a.C.
19.Os Testamentos dos Doze Patriarcas: é este livro um alto modelo de ensino moral. Pensa-se que o original hebraico foi composto nos anos 109 a 107 a.C., e a tradução grega, em que a obra chegou até nós, foi feita antes de 50 d.C.
20.Os Oráculos Sibilinos, Livros III-V, descrições poéticas das condições passadas e futuras dos judeus; a parte mais antiga é colocada cerca do ano 140 a.C., sendo a porção mais moderna do ano 80 da nossa era, pouco mais ou menos.
21.Os Salmos de Salomão, entre 70 e 40 a.C.
22.As Odes de Salomão, cerca do ano 100 da nossa era, são, provavelmente, escritos cristãos.
23.O Apocalipse Siríaco de Baruque (2º Baruque), 60 a 100 a.C.
24.O Apocalipse grego de Baruque (3º Baruque), do 2º século, a.C.
25.A Assunção de Moisés, 7 a 30 d.C.
26.A Ascensão de Isaias, do primeiro ou do segundo século d.C.

Os Livros Apócrifos do Novo Testamento (N.T.): Sob este nome são algumas vezes reunidos vários escritos cristãos de primitiva data, que pretendem dar novas informações acerca de Jesus Cristo e Seus Apóstolos, ou novas instruções sobre a natureza do Cristianismo em nome dos primeiros cristãos. Entre os Evangelhos Apócrifos podem mencionar-se:
1.O Evangelho segundo os Hebreus  (há fragmentos do segundo século);
2.O Evangelho segundo S. Tiaqo, tratando do nascimento de Maria e de Jesus (segundo século);
3.Os Atos de Pilatos.(Segundo século).
4.Os Atos de Paulo e Tecla (segundo século).
5.Os Atos de Pedro (terceiro século).
6.Epístola de Barnabé (fim do primeiro século).
7.Apocalipse de Pedro (segundo século).